Acompanhe aqui as principais análises dos nossos especialistas sobre o mercado financeiro.
Brasil
1. Segundo o Boletim Focus, a mediana das expectativas para o IPCA de 2026 caiu de 4,0% para 3,99%, enquanto a do o IPCA de 2027 manteve-se em 3,80%.
Quanto a Selic, as medianas se mantiveram em 12,25% a.a. e 10,50% a.a., respectivamente.
2. Segundo a FGV, o Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 0,5 pontos em janeiro ante dezembro, o quinto mês consecutivo de alta, atingindo 92,5 pontos na série com ajuste sazonal.
O avanço do índice foi puxado pela melhora nas expectativas, enquanto o indicador de situação atual mostrou queda em janeiro.
Mundo
1. Na Alemanha, as vendas no varejo subiram 0,1% em dezembro ante novembro, segundo a Destatis.
Na comparação anual, as vendas no setor varejista alemão subiram 1,5%, em termos reais.
2. Na Alemanha, o índice de gerentes de compras (PMI) industrial subiu para 49,1 em janeiro, na leitura final da S&P Global.
O dado mostrou uma aceleração ante a prévia (48,7), mas segue indicando contração ao ficar abaixo de 50.
3. Na Zona do Euro, o PMI industrial acelerou para 49,5 em janeiro, segundo a leitura final divulgada pela S&P Global.
O resultado mostrou uma aceleração ante a leitura preliminar (49,4), mas ainda com sinais mais fracos para o setor.
4. Na Reino Unido, o PMI industrial acelerou para 51,8 em janeiro, o maior nível em 17 meses, segundo a leitura final divulgada pela S&P Global.
O resultado ficou acima da prévia (51,6) e sugere expansão da manufatura britânica.
5. Nesta manhã, as bolsas asiáticas fecharam em queda, no movimento de correção após a indicação de Kevin Warsh para presidir o Fed.
As bolsas europeias operam mistras e os futuros de NY cedem. Petróleo cai.
Confira nosso material na íntegra:
Última atualização: 02/02/2026, referente a 30/01/2026.
Mundo
No exterior, a sexta-feira foi de ajuste depois que a Casa Branca confirmou Kevin Warsh como indicado para presidir o Fed, o que ajudou o mercado a reduzir o temor de maior influência política sobre o banco central norte-americano. Ainda, como Warsh já demonstrou, em outras ocasiões, uma postura mais dura com a inflação, a indicação refletiu sobre as perspectivas da continuidade do ciclo de cortes nos EUA. Nesse contexto, o dólar se fortaleceu, enquanto os Treasuries fecharam em níveis mais elevados. Diante disso, as bolsas em NY fecharam em queda, com o Dow Jones recuando 0,36%, o S&P 500 -0,43% e o Nasdaq -0,94%, em um ambiente de maior aversão a risco e correção de posições, após fortes movimentos recentes em metais e em ativos ligados a proteção contra o dólar. Na Europa, a sexta-feira foi melhor, com o Stoxx 600 subiu 0,54%, o DAX subindo 0,85% na Alemanha, e FTSE 100 avançando 0,51% em Londores. Já na Ásia, o quadro foi misto, com ganhos em Seul e oscilações negativas em parte de China/Hong Kong, refletindo cautela com tecnologia e geopolítica.
Brasil
Internamente, a indicação de Kevin Warsh para presidir o Fed e a fala de Donald Trump de que seria “inapropriado” pressioná-lo por cortes de juros reduziram o receio de interferência política no BC norte-americano e levaram investidores a desmontar parte das apostas contra o dólar. Com isso, a sexta-feira foi marcada por uma correção após o janeiro bastante positivo para os ativos brasileiros. O dólar à vista subiu 1,21%, a R$ 5,25/US$, num ajuste de excessos recentes e com pressão maior à tarde. A Bolsa sentiu o ambiente mais cauteloso, levando o Ibovespa cair 0,97%, aos 181.363 pontos, porém ainda preservando a alta expressiva do mês, sustentada por fluxo estrangeiro. Na renda fixa, a virada externa interrompeu sete sessões de queda e os juros futuros subiram levemente. No campo dos indicadores, por aqui, o desemprego em 5,1% confirmou atividade firme, mas o mercado segue focado na sinalização do Copom de possível corte da Selic em março.
65ª Edição - Janeiro/2026
Confira as principais informações que impactaram o mercado financeiro no último mês, com as análises detalhadas da nossa equipe especializada em investimentos e análise macroeconômica, além das sugestões de alocações de carteiras, com foco em RPPS.