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1. Sem indicadores relevantes.
1. Nesta manhã, as bolsas asiáticas fecharam em alta, devido a alivio no preço do petróleo.
As bolsas europeias operam em leve alta. Os futuros de Nova York operam em alta. O petróleo opera em baixa.
Última atualização: 09/10/2026, referente a 08/10/2026.
Mundo
Na quinta-feira, os mercados globais foram afetados pela escalada das tensões no Oriente Médio, pela disparada do petróleo e pela leitura da ata do Fed, e tiveram um pregão marcado por cautela e maior aversão ao risco. No noticiário, os investidores acompanharam a intensificação dos ataques na região produtora de petróleo, preocupações com a oferta da commodity e a interpretação de que o Fed pode manter os juros inalterados em outubro antes de uma possível alta em dezembro. Nesse contexto, o petróleo fechou em forte alta, com o Brent avançando 4,07%, a US$ 104,28 por barril, e o WTI subindo 3,63%, a US$ 91,49 por barril. Em Wall Street, os índices encerraram sem direção única, pressionados pela valorização do petróleo e pelo cenário de juros nos EUA, com o Dow Jones em alta de 0,10%, enquanto o S&P 500 recuou 0,47% e o Nasdaq caiu 1,25%. Na Europa, as bolsas fecharam em baixa, com o FTSE 100, de Londres, caindo 0,16%, o DAX, de Frankfurt, recuando 1,12%, e o CAC 40, de Paris, perdendo 0,51%. Na Ásia, os mercados também encerraram o dia em queda, refletindo os receios de maior pressão inflacionária e juros mais elevados em escala global, com destaque para o Kospi, da Coreia do Sul, que caiu 2,62%, e para o Nikkei, do Japão, que recuou 1,42%.
Brasil
Na quinta-feira, o mercado brasileiro foi impulsionado pela valorização das ações da Petrobras, pelo avanço do petróleo no exterior e pela continuidade do chamado “trade eleitoral”. Nesse contexto, o Ibovespa avançou 0,94%, encerrando aos 206.220,24 pontos, após atingir máxima intradiária de 207.953,74 pontos, com volume financeiro de R$ 40 bilhões. O movimento seguiu concentrado em ações ligadas à economia local. No câmbio, o dólar à vista destoou do enfraquecimento global da moeda norte-americana e fechou em leve alta de 0,26%, cotado a R$ 5,0241, permanecendo acima do nível de R$ 5,00 pelo segundo pregão consecutivo, embora ainda acumule queda de 3,69% na semana e perdas superiores a 8% no ano. Já a curva de juros apresentou fechamento em queda, especialmente nos vértices intermediários e longos, com destaque para os contratos com vencimento em janeiro de 2029 e janeiro de 2031, em um movimento favorecido pelo leilão de títulos prefixados do Tesouro Nacional, cuja absorção pelo mercado foi melhor do que o esperado e contribuiu para aliviar a percepção de risco.
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