Investimentos

Análises do Mercado Financeiro

Acompanhe aqui as principais análises dos nossos especialistas sobre o mercado financeiro.

Destaques do dia

BRASIL

1. Divulgado pelo Banco Central, Boletim Focus mostra revisões no consenso de mercado para o IPCA, de 1,99% para 2,05%, e para o PIB, de -5,05% para -5,04%, ambos ao fim de 2020.

Câmbio (R$5,25) e Selic (2,00%) permanecem estáveis para o ano.

2. De acordo com a FGV, confiança da indústria avançou 8,0 pontos, a 106,7, em setembro.

Com o resultado, avança ao maior nível desde jan/2013. O índice de situação atual (ISA) foi o que teve maior alta, em 9,5 pontos, a 107,3.

3. No fim de semana, o ministro da economia, Paulo Guedes, e o líder de governo na Câmara, Ricardo Barros, discutiram ajustes na proposta de Reforma Tributária, que esperam fechar na segunda.

As discussões incluem um novo imposto para desoneração da folha de pagamentos e fundos de compensação aos entes federados.

4. Câmara de Comércio Exterior zerou alíquotas de Imposto de Importação incidentes sobre uma lista de bens de capital, informática e telecomunicação.

Medida se aplica a produtos sem produção nacional equivalente e passa a valer em outubro.

MUNDO

1. Nos EUA, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, sinalizou que Democratas podem aceitar um pacote fiscal abaixo no inicialmente proposto, de US3,5 trilhões.

Com o empenho do secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, nas negociações, acordo pode ficar menos distante.

2. Na China, lucros industrial segue forte ao subir 19,1% em agosto, na comparação interanual com agosto/2019.

Houve uma desaceleração em relação ao resultado do mês anterior (19,6%) devido a dificuldades na reabertura de fábricas no exterior.

3. Nos EUA, Departamento de Comércio começa a exigir licenças especiais para exportação de tecnologias de empresas americanas à chinesas.

Iniciativa mira a chinesa Semiconductor Manufacturing International Corp (SMIC).

4. Nesta manhã, bolsas asiáticas sem direção única com desaceleração do lucro industrial chinês e expectativas sobre o novo primeiro-ministro do Japão.

Europa e futuros de NY avançam. Preços do petróleo em leve alta.

Resenha Financeira

Última atualização: 28/09/2020

Ásia: sem grandes vetores de movimento, as bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta sexta-feira. Após uma forte queda no pregão anterior, especialmente na Coréia do Sul em razão da tensão geopolítica com a sua vizinha do Norte, alguns índices mostraram recuperação. Na Coréia, o Kospi avançou 0,27%, em Tóquio o Nikkei também subiu, em 0,51%. No restante do continente houve queda na China (Xangai em -0,12% e Shenzhen em -0,23%), em Hong Kong (Hang Seng em -0,38%) e em Taiwan (Taiex em 0,26%).

Europa: a preocupação com o avanço acelerado no número de novos casos de covid-19, agora acompanhado também pelo avanço do número de mortes, derrubou os índices europeus esta semana. Com alguns países já aplicando medidas de restrição, ainda que pontuais, o Stoxx 600 acumulou uma perda semanal de 3,60% após cair 0,10% nesta sexta. Lisboa (PSI 20, -1,33%), Milão (FTSE MIB, -1,10%) e Frankfurt (DAX, -1,09%) registraram as maiores variações negativas. Por outro lado, Londres foi a exceção do continente, onde o FTSE 100 avançou 0,34%. No entanto, na semana acumula queda de 2,74%.

EUA: impulsionado pelo setor de tecnologia, o mercado acionário americano apresentou avanço nesta sexta. O índice Nasdaq, que concentra ações do setor, avançou 2,26% e acumulou alta de 1,11% na semana. Dow Jones (1,34%) e S&P 500 (1,60%) também avançaram no dia, mas não conseguiram reverter as perdas acumuladas, que permanecem pela quarta semana consecutiva. No mercado de juros, houve uma queda em todos os vencimentos concentrada no trecho mais curto, de 2 anos. A partir desta semana, as eleições americanas devem ganhar cada vez mais peso no movimento dos mercados devido ao início do ciclo de debates.

Brasil: a bolsa brasileira continua a andar de lado diante das incertezas na perspectiva futura do país. Nesta sexta, mesmo com NY positivo, o Ibovespa variou -0,01% em um pregão de baixo giro financeiro. Com isso, encerra a 4ª semana consecutiva de queda ao acumular -1,31% nos últimos 7 dias. O real, que passou por uma semana de alta volatilidade, mas sem intervenções do Banco Central, encerrou a semana com mais uma depreciação. A taxa de câmbio, que chegou a variar quase 30 centavos entre a mínima, na terça, e a máxima, na quinta, encerrou a semana em R$5,56/US$. Por fim, a curva de juros ficou menos pressionada com o alívio nos leilões do Tesouro, mas segue bastante inclinada.

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