Acompanhe aqui as principais análises dos nossos especialistas sobre o mercado financeiro.
Brasil
1. Segundo o IBGE, as vendas do comércio varejista subiram 0,4% em janeiro ante a dezembro, na série com ajuste sazonal.
O resultado veio acima da mediana esperada pelo mercado (-0,1%).
2. Segundo o IBGE, as vendas do varejo ampliado subiram 0,9% em janeiro ante a dezembro, na série com ajuste sazonal.
O resultado veio acima da mediana esperada pelo mercado (+0,4%).
Mundo
1. Na Alemanha, a taxa anual de inflação ao consumidor (CPI) desacelerou para 1,9% em fevereiro ante a 2,1% em janeiro, divulgada hoje pelo Destatis.
O número veio em linha com a expectativa de mercado.
2. Nesta manhã, as bolsas asiáticas fecharam em alta, mas distantes das máximas do dia, frente a incertezas do conflito no Oriente Médio.
As bolsas europeias abrem em baixa. Os Futuros de NY sobem levemente. O Petróleo sobe.
Confira nosso material na íntegra:
Última atualização: 11/03/2026, referente a 10/03/2026.
Mundo
A terça‑feira no cenário internacional foi dominada por alívio parcial nas tensões ligadas ao Oriente Médio, que contribuiu para a correção do preço do petróleo. Esse contexto levou as bolsas americanas em um fechamento misto, Dow Jones cedeu 0,07%, enquanto o S&P 500 caiu 0,21% e a Nasdaq subiu 0,01%. Na Europa os índices avançaram, em Londres, o FTSE 100 subiu 1,59%, em Frankfurt, o DAX avançou 2,25%, já em Paris, o CAC 40 ganhou 1,79%, diante da melhora no apetite por risco após sinalizações de um eventual desfecho próximo da guerra; na Ásia, as bolsas retomaram fôlego, em Tóquio o Nikkei subiu 1,43%, e em Seul o Kospi avançou 1,4%. O dólar recuou, sustentado pela leitura de menor pressão inflacionária, ao passo que o contrato mais líquido do ouro fechou em alta acima de 2%, impulsionado pelo ambiente global e por indicadores chineses mais fortes do que o previsto. Por fim, o petróleo seguiu em forte ajuste, com o WTI recuando 11,9% para US$ 83,45 e o Brent caindo 11,2% para US$ 87,80, reflexo da normalização parcial das rotas no Estreito de Ormuz e expectativas de maior oferta.
Brasil
A terça‑feira foi marcada por recuperação no mercado brasileiro, com o Ibovespa avançando 1,40% em meio ao alívio vindo da forte correção do petróleo, que recuou mais de 11% após três sessões de disparada; ainda assim, Petrobras registrou ajustes moderadamente negativos, acompanhando a volatilidade da commodity. No câmbio, o dólar oscilou pela manhã, mas firmou queda de 0,13% à tarde, fechando em R$ 5,16, seguindo o movimento global de enfraquecimento da moeda americana frente a divisas emergentes e exportadoras de commodities, embora o real tenha ficado aquém de seus pares. A curva de juros fechou de forma expressiva, com forte recuo na ponta longa, chegando a ceder mais de 30 pontos-base nas mínimas do dia, diante da leitura de que a queda do petróleo reduz pressões inflacionárias internas. No pano de fundo, sinais persistentes de que os EUA não pretendem ampliar o conflito contra o Irã reforçaram o apetite por risco e sustentaram o ajuste positivo dos ativos domésticos.
65ª Edição - Janeiro/2026
Confira as principais informações que impactaram o mercado financeiro no último mês, com as análises detalhadas da nossa equipe especializada em investimentos e análise macroeconômica, além das sugestões de alocações de carteiras, com foco em RPPS.