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1. Sem indicadores relevantes.
1. Sem indicadores importantes.
2. Nesta manhã, as bolsas asiáticas fecharam em alta, com recuperação do setor de tecnologia e balança comercial chinesa vindo acima do esperado.
As bolsas europeias operam em baixa. Os futuros de NY operam mistos. O Petróleo opera em alta.
Última atualização: 14/07/2026, referente a 13/07/2026.
Mundo
Na segunda-feira os mercados internacionais foram influenciados pela intensificação do conflito entre EUA e Irã, que elevou as preocupações com o fornecimento de petróleo, enquanto investidores também acompanharam o início da temporada de balanços corporativos americanos. O petróleo avançou pelo segundo pregão consecutivo, com o WTI encerrando próximo de US$ 80,16 por barril, em alta de 2,59%, e o Brent a US$ 85,45 por barril, com ganho de 2,57%. Em Nova York, as bolsas fecharam em queda, o Dow Jones cedendo 0,26%, enquanto o S&P 500 perdeu 0,79% e o Nasdaq teve baixa de 1,55%, pressionados pela disparada da energia e pelo aumento das incertezas geopolíticas. Na Europa, o FTSE 100 de Londres, fechou em alta de 0,01%, em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, e em Paris, o CAC 40 ganhou 0,31%, apresentando desempenho misto e próximo da estabilidade, sustentados pelas ações do setor de energia. Já na Ásia, as bolsas encerraram o dia sem direção única, com destaque para a forte queda do Kospi da Coreia do Sul que cedeu 8,95%, pressionado pelas perdas de grandes fabricantes de semicondutores.
Brasil
Na segunda-feira, o mercado doméstico foi pressionado pelo aumento das tensões no Oriente Médio, que provocou forte alta do petróleo, valorização do dólar e abertura da curva de juros, em um ambiente de maior cautela nos mercados globais. O Ibovespa encerrou a sessão em queda de 1,20%, aos 175.739,08 pontos, mesmo com alta do petróleo, o índice não conseguiu manter patamar da véspera, mas limitou perdas. No câmbio, o dólar à vista subiu 0,47%, fechando a R$ 5,13, acompanhando o fortalecimento global da moeda americana e o movimento de redução de exposição a ativos de mercados emergentes, e encerrando sequência de quedas. Na renda fixa, a curva de juros apresentou alta ao longo de toda a estrutura a termo, refletindo o impacto da escalada geopolítica sobre os preços de energia e as expectativas inflacionárias, com destaque para os vencimentos intermediários e longos.
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