Acompanhe aqui as principais análises dos nossos especialistas sobre o mercado financeiro.
Brasil
1. Sem indicadores importantes.
Mundo
1. Sem indicadores importantes.
2. Nesta manhã, as bolsas asiáticas fecharam em baixa, em meio a discurso hostil sobre a continuação do conflito no Oriente Médio.
As bolsas europeias operam em baixa. Os Futuros de NY operam em baixa. O Petróleo opera em alta.
Confira nosso material na íntegra:
Última atualização: 02/04/2026, referente a 01/04/2026.
Mundo
Na quarta-feira, os mercados internacionais seguiram em tom mais positivo, à espera do pronunciamento do presidente dos EUA. O pano de fundo permaneceu na expectativa de avanço nas negociações entre os países, com a possibilidade de encurtamento da guerra e reabertura do Estreito de Ormuz, o que pressionou o petróleo, fazendo o WTI recuar 1,24% e o Brent cair de forma mais intensa, com baixa de 2,70%, mas ainda acima do patamar de US$ 100 o barril. Mesmo diante de declarações contraditórias, as bolsas americanas avançaram, com ganhos de 0,48% no Dow Jones, 0,72% no S&P 500 e 1,16% no Nasdaq, refletindo maior apetite ao risco. Na Europa, o otimismo foi ainda mais pronunciado, com altas expressivas de 1,85% em Londres, 2,62% em Frankfurt e 2,10% em Paris, impulsionadas pela leitura de que o conflito pode estar se aproximando de uma trégua. Em contraste, os mercados asiáticos reagiram negativamente, devolvendo parte do alívio recente, após Trump adotar uma retórica mais dura em pronunciamento, com quedas relevantes de 4,47% na Coreia do Sul e de 2,38% no Japão, sinalizando que a incerteza geopolítica segue como fator central na dinâmica global.
Brasil
Na quarta-feira, os mercados domésticos iniciaram abril com desempenho moderadamente positivo, acompanhando a melhora do apetite ao risco no exterior. O Ibovespa avançou 0,26%, aos quase 188 mil pontos, após oscilar ao longo do dia, refletindo ganhos mais concentrados em setores ligados a commodities, especialmente energia, em um contexto em que o Brasil segue relativamente melhor posicionado entre os emergentes. No câmbio, o dólar recuou com mais consistência, finalizando o dia em R$ 5,15, alinhado ao enfraquecimento global da moeda americana, favorecido pela redução do prêmio de risco associada a sinais de possível encurtamento do conflito no Oriente Médio e pela continuidade da correção do petróleo. O movimento foi reforçado por um recuo de 0,31% do DXY, que mede o dólar frente a uma cesta de moedas fortes. Na renda fixa, os juros futuros cederam levemente ao longo da curva, refletindo uma combinação de alívio no cenário geopolítico e melhora do humor local.
65ª Edição - Janeiro/2026
Confira as principais informações que impactaram o mercado financeiro no último mês, com as análises detalhadas da nossa equipe especializada em investimentos e análise macroeconômica, além das sugestões de alocações de carteiras, com foco em RPPS.