Acompanhe aqui as principais análises dos nossos especialistas sobre o mercado financeiro.
Brasil
1.Segundo o BC, o índice de atividade econômica (IBC-Br) variou -0,18% em dezembro, na comparação com outubro e na série com ajuste sazonal.
O resultado ficou acima da expectativa de mercado, que previa uma queda de -0,4%.
Mundo
1. Sem indicadores importantes.
2.Nesta manhã, as bolsas asiáticas fecharam em alta, com recorde em Seul.
As bolsas europeias cederam após o balanço de empresas da região. Os futuros de NY cedem, no aguardo das divulgações de hoje. O Petróleo ainda sobe.
Confira nosso material na íntegra:
Última atualização: 19/02/2026, referente a 18/02/2026.
Mundo
No exterior, o apetite por risco prevaleceu e as bolsas de Nova York fecharam em alta, mesmo após a divulgação
da ata do Fed. O documento reforçou a leitura de que novos cortes de juros seguem condicionados à convergência
da inflação à meta, mas com um progresso potencialmente lento, o que sustentou a alta dos rendimentos dos
Treasuries e fortaleceu o dólar ao longo da tarde. Ainda assim, ações de tecnologia voltaram a liderar os ganhos,
com o Nasdaq avançando 0,78%, enquanto o S&P 500 subiu 0,56% e o Dow Jones ganhou 0,26%. Na Europa, o
tom também foi positivo, com avanço das bolsas apoiado por balanços corporativos e rotação setorial: recursos
básicos e defesa figuraram entre os destaques, em um dia de alta para metais industriais e preciosos. No mercado
de commodities, o petróleo saltou mais de 4% e o Brent voltou a operar acima de US$ 70, refletindo a elevação
das tensões geopolíticas — especialmente a falta de avanços nas negociações entre EUA e Irã e a frustração nas
tratativas entre Rússia e Ucrânia.
Brasil
Na volta do feriado de Carnaval, os ativos domésticos tiveram uma sessão curta e de liquidez reduzida, com a
B3 operando em modo cautela apesar do bom desempenho de Nova York e da disparada do petróleo. O
Ibovespa encerrou em queda de 0,24. A alta do petróleo ajudou a Petrobras, mas não foi suficiente para compensar
o recuo expressivo da Vale (-3,57%) e a fraqueza do setor metálico, em um ambiente ainda sem referência da
China, que segue em feriado. No câmbio, o dólar à vista terminou a R$ 5,24 (+0,25%), acompanhando o
fortalecimento global da moeda americana, intensificado após a ata do Fed, e emplacou o terceiro avanço
consecutivo. Já os juros futuros oscilaram em baixa e fecharam com leve queda, relativamente descolados da
abertura da curva americana e da pressão do câmbio, com o mercado mantendo a leitura de corte de 50 bps da
Selic em março; o Focus trouxe apenas ajustes marginais, com a mediana do IPCA de 2026 recuando levemente
para 3,95.
65ª Edição - Janeiro/2026
Confira as principais informações que impactaram o mercado financeiro no último mês, com as análises detalhadas da nossa equipe especializada em investimentos e análise macroeconômica, além das sugestões de alocações de carteiras, com foco em RPPS.