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1. Sem inicadores relevantes.
1. Nesta manhã, as bolsas asiáticas fecharam em leve alta, o aumento foi limitado devido a incertezas no setor de tecnologia e alta do petróleo.
As bolsas europeias operam mistas. Os futuros de Nova York operam em mistos. O petróleo opera em alta.
2. Na Zona do Euro, o índice de gerentes de compras (PMI composto) preliminar recuou para 51,9 em outubro ante 53,1 em setembro, segundo a S&P Global em parceria como Hamburg Commercial Bank.
3. Na Alemanha, o índice de gerentes de compras (PMI composto) preliminar recuou para 52,8 em outubro ante 53,8 em setembro, segundo a S&P Global em parceria como Hamburg Commercial Bank.
Última atualização: 23/10/2026, referente a 22/10/2026.
Mundo
Na quinta-feira, os mercados globais adotaram um tom mais defensivo impulsionados pela escalada das tensões no Oriente Médio e pela renovação das preocupações com os elevados investimentos em inteligência artificial (IA). No noticiário, os ataques entre Houthis e Arábia Saudita no Mar Vermelho e os temores de novas ações militares de EUA e Israel contra o Irã elevaram a percepção de risco e sustentaram a alta das commodities energéticas. Nesse contexto, o petróleo Brent avançou 4,0%, encerrando a US$ 113,17 por barril, enquanto o WTI subiu 2,39%, para US$ 99,47. Nos EUA, as bolsas fecharam sem direção única, com o Dow Jones registrando leve alta de 0,02%, enquanto o S&P 500 recuou 1,21% e o Nasdaq caiu 2,60%, pressionado principalmente pelas ações de tecnologia. Na Europa, os mercados também encerraram em baixa, com o CAC 40 recuando 1,39%, o DAX perdendo 1,04% e o FTSE 100 caindo 0,26%. Na Ásia, o movimento foi igualmente negativo, com destaque para o Kospi, que tombou 3,52%, e para o Nikkei, que recuou 2,65%, em meio à forte realização de lucros no setor de tecnologia e ao avanço das tensões geopolíticas.
Brasil
Na quinta-feira, o pregão foi marcado pela aversão ao risco global e pela reprecificação do cenário eleitoral doméstico, os ativos brasileiros tiveram desempenho negativo, refletindo a escalada das tensões no Oriente Médio, a valorização do petróleo e a cautela dos investidores diante da disputa acirrada os candidatos a presidência. Nesse contexto, o Ibovespa caiu 1,15%, aos 204.120 pontos, acompanhando o movimento de queda das bolsas em Nova York, em meio a preocupações renovadas com os investimentos em inteligência artificial e a perspectiva de juros globais elevados por mais tempo. No câmbio, o dólar à vista avançou 0,23%, encerrando cotado a R$ 5,0394, em linha com o fortalecimento da moeda norte-americana frente a divisas emergentes e o aumento da percepção de risco. Já a curva de juros encerrou em alta ao longo de toda a estrutura, pressionada pela incerteza eleitoral e pelo avanço do petróleo, com destaque para os vencimentos de janeiro de 2029 e janeiro de 2031.
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