Acompanhe aqui as principais análises dos nossos especialistas sobre o mercado financeiro.
Comece o dia por dentro dos principais acontecimentos do mercado.
Análise rápida e objetiva para orientar você logo cedo.
Brasil
1. Sem indicadores importantes.
Mundo
1.Na Zona do Euro, o índice de preços ao consumidor(CPI) acelerou para 3,2% em maio, ante a 3,0% em abril, segundo dado preliminar da Eurostat.
O resultado preliminar veio abaixo da expectativa, de 3,3%, e acima da meta de 2,0% do BCE.
2. Nesta manhã, as bolsas asiáticas fecharam em alta, após bom desempenho no setor de tecnologia nas bolsas americanas.
As bolsas europeias operam mistas. Os Futuros de NY operam em baixa. O Petróleo opera em baixa.
Confira nosso material na íntegra:
Última atualização: 02/06/2026, referente a 01/06/2026.
Mundo
Os mercados globais começaram a semana reagindo à intensificação das tensões no Oriente Médio, ao mesmo tempo em que o entusiasmo com tecnologia seguiu sustentando parte do apetite por risco. O petróleo disparou refletindo preocupações com oferta e logística na região, com o WTI subindo 5,49% para US$ 92,16 e o Brent avançando 4,24% a US$ 94,98. Em Nova York, mesmo com a alta da energia, as bolsas renovaram máximas puxadas pelo setor de tecnologia, o Dow Jones avançou 0,09%, o S&P 500 subiu 0,26% e o Nasdaq ganhou 0,42%, em meio ao forte desempenho de empresas ligadas à inteligência artificial. Já na Europa, o movimento foi oposto, com aversão ao risco predominando diante do cenário geopolítico e do petróleo mais caro, levando o FTSE 100 a cair 0,68%, o DAX recuar 0,44% e o CAC 40 ceder 0,45%. Na Ásia, o pregão foi marcado pelo otimismo com tecnologia, com o Nikkei subindo 0,91% e renovando recordes, impulsionado por ganhos expressivos no setor, enquanto o Kospi saltou 3,68%, também em máxima histórica, refletindo a forte valorização de empresas de semicondutores.
Brasil
O mercado local iniciou junho sob pressão mais intensa, refletindo o aumento do risco geopolítico e a deterioração das expectativas inflacionárias, o que se traduziu em piora dos ativos domésticos. O Ibovespa recuou 0,91%, encerrando aos 172.197 pontos, no menor nível desde o início do ano, com perda de fôlego ao longo do dia. O ambiente externo, marcado pela interrupção de diálogos envolvendo o Oriente Médio e pela escalada do petróleo, contribuiu para o tom mais defensivo, ao mesmo tempo em que revisões altistas para a inflação e para a trajetória de juros reforçaram a cautela com o boletim focus. No câmbio, apesar do fortalecimento global do dólar, o real apresentou desempenho relativo positivo, com a moeda americana recuando 0,40% e fechando a R$ 5,0227. Já na curva de juros, o movimento foi de abertura ao longo dos vértices, com os contratos passando a operar acima de 14% e destaque para os vencimentos intermediários e longos, que testaram níveis mais elevados em meio à leitura mais conservadora para a política monetária.
68ª Edição - Abril/2026
Confira as principais informações que impactaram o mercado financeiro no último mês, com as análises detalhadas da nossa equipe especializada em investimentos e análise macroeconômica, além das sugestões de alocações de carteiras, com foco em RPPS.