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1. Segunda a FGV, o índice de confiança empresarial (ICE) recuou 1,2 ponto para 89,3 pontos em setembro ante 90,5 pontos em agosto. Em médias moveis trimestrais, o índice recuou 1,2 ponto.
1. Nesta manhã, as bolsas asiáticas fecharam em alta, após valorização no o setor de tecnologia e inteligência artificial.
As bolsas europeias operam em baixa. Os futuros de Nova York operam mistos. O petróleo opera em alta.
2. Na Zona do Euro, o índice de gerentes de compras (PMI composto) subiu para em 52,9 em setembro ante 52,7 em agosto, segundo a S&P Global em parceria com o Hamburg Commercial Bank. O resultado veio acima da expectativa dos analistas de 52,7.
3. Na Alemanha, o índice de gerentes de compras (PMI composto) caiu para em 53,9 em setembro ante 54,3 em agosto, segundo a S&P Global em parceria com o Hamburg Commercial Bank. O resultado veio acima das expectativas dos analistas de 53,8.
4. Na Zona do Euro, a taxa de desemprego se manteve em 6,4% em agosto, segundo a Eurostat. O resultado veio em linha com a expectativa dos analistas.
Última atualização: 01/10/2026, referente a 30/09/2026.
Mundo
Na quarta-feira, os mercados globais foram influenciados pela divulgação do índice de gastos com consumo (PCE) dos EUA, por incertezas persistentes no Oriente Médio e por movimentos distintos entre as principais bolsas internacionais. Nesse contexto, o petróleo fechou em alta, sustentado pelos riscos à oferta na região do Golfo, com o WTI avançando 1,16%, para US$ 90,42 por barril, e o Brent subindo 1,94%, para US$ 98,03 por barril. Em Nova York, as bolsas encerraram sem direção única após a divulgação do PCE, que mostrou pressões inflacionárias abaixo do esperado, mas sem fornecer indicações claras sobre os próximos passos do Fed: o Dow Jones recuou 0,86%, o S&P 500 caiu 0,25% e o Nasdaq avançou 0,24%. Na Europa, os principais índices fecharam majoritariamente em queda, com o FTSE 100 de Londres recuando 0,29%, o DAX de Frankfurt caindo 0,74% e o CAC 40 de Paris cedendo 0,89%. Já na Ásia, as bolsas tiveram desempenho misto, devido ao avanço de ações ligadas à inteligência artificial e às preocupações com o conflito no Oriente Médio, com destaque para o Nikkei japonês, que subiu 1,94%, impulsionado principalmente por ganhos no setor de tecnologia e semicondutores.
Brasil
Na quarta-feira, o mercado brasileiro foi impulsionado pela retomada do fluxo estrangeiro para a bolsa brasileira e pelo aumento do otimismo dos investidores com o acirramento da disputa eleitoral. Nesse contexto, o Ibovespa avançou 1,37% no pregão, aos 186.340,46 pontos, após renovar máxima intradiária histórica de 187.834,97 pontos, acumulando ganhos de 5,03% em setembro, 8,32% no terceiro trimestre e 15,6% no ano. No câmbio, mesmo com a recuperação da moeda americana no exterior e o avanço dos rendimentos dos Treasuries ao longo da tarde, o dólar à vista caiu 0,81% e fechou a R$ 5,1750, voltando a encerrar abaixo de R$ 5,20 após dois pregões, em sessão influenciada também pela definição da última Ptax de setembro e do trimestre. A moeda acumulou perda de 0,10% no mês, após alta de 2,16% em agosto. Já a curva de juros teve comportamento contido no encerramento do dia, com destaque para os vencimentos de janeiro de 2029 e janeiro de 2031, que encerraram o mês em patamares inferiores aos observados no fim de agosto, movimento associado à percepção de um eventual governo mais alinhado à disciplina fiscal poderia reduzir os prêmios de risco do país.
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