Eles não fazem barulho, não batem portas e raramente são percebidos. Mesmo assim, podem causar um verdadeiro susto no orçamento. Estamos falando dos “gastos invisíveis”, aqueles pequenos valores que, quando somados, podem comprometer as finanças pessoais sem que você perceba.

nosso jeito de estar bem financeiramente envolve ajudar você a evitar esse tipo de imprevisto. São pequenos desembolsos recorrentes, como taxas de conveniência em aplicativos, assinaturas esquecidas e o hábito de uma pequena compra diária. Eles parecem inofensivos, mas são um dos maiores inimigos para manter as contas equilibradas. Juntos, podem impactar as suas reservas de emergência e investimentos a longo prazo (e gerar pânico que nem o melhor filme de terror conseguiria 👀).

Segundo Cristiane Amaral, nossa gerente de Educação Financeira e Liderança Cooperativista, o risco desses gastos não está exatamente no valor, mas no comportamento automático que eles criam.

 

“O verdadeiro problema não é o pão de queijo ou o café, mas o modo automático. 
Quando a compra é rápida demais e sem atrito, como no digital, o cérebro 
não registra aquilo como um gasto consciente.”

Cristiane Amaral, gerente de Educação Financeira e Liderança Cooperativista

 

O “fantasma” do pagamento sem atrito

Se antes gastar dinheiro envolvia abrir a carteira e entregar uma nota, um momento que fazia o cérebro perceber a perda, hoje tudo acontece quase como mágica. Biometria, pagamentos invisíveis em aplicativos de transporte e delivery e cartões já salvos nas plataformas eliminaram o chamado custo cognitivo do gasto. Ou seja: pagar ficou tão fácil que muitas vezes nem parece que estamos gastando. E esse efeito pode ser mais assustador do que parece.

Para ilustrar, Cristiane apresenta uma análise simples: um gasto diário de R$ 8 pode parecer irrelevante, mas representa um desembolso de R$ 240 no mês ou R$ 2.880 no ano, valor que poderia ser o aporte inicial de uma viagem ou a construção de uma reserva, por exemplo. 

 

Estratégias para se proteger dessas assombrações

Como #GenteQueGeraProsperidade, a boa notícia é que esses sustos financeiros podem ser evitados. Para retomar o controle e evitar o consumo por impulso, Cristiane compartilha algumas dicas:

 

A “faxina financeira” que afasta os sustos

A recomendação para afastar os “fantasmas do orçamento” é fazer revisões periódicas das finanças. Ao dar um propósito ao dinheiro e tornar visíveis os pequenos gastos, o consumo consciente surge naturalmente e o impacto positivo acontece. Assim, metas de médio e longo prazo deixam de ser apenas planos no papel e passam a se tornar realidade.
 

“Não se trata de ter uma planilha perfeita, mas de encontrar um método que funcione. A faxina financeira consiste em revisar assinaturas, cancelar serviços não utilizados e identificar tarifas escondidas. É o primeiro passo para conectar o dinheiro ao que realmente importa”, conclui a gerente.

 

Conte com a gente!

Para quem quer começar, disponibilizamos um exercício de faxina financeira em nosso canal de educação financeira.

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