Calculadora de Juros Compostos

Simule o crescimento do seu investimento

Simule juros compostos com aporte inicial e mensal. Veja o montante final, juros ganhos e evolução mês a mês de forma simples e rápida.

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Atualmente, a taxa de juros básica no Brasil é de 0,17% ao ano

Valor total final

R$ ​

Valor total investido

R$ ​

Total em juros

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Evolução patrimonial

O que são juros compostos? 

 

Juros compostos são os juros que rendem sobre os juros. Ou seja: o que o seu dinheiro rendeu neste mês passa a render também no próximo, junto com o valor que você aplicou. É o famoso efeito bola de neve, que ganha volume e velocidade conforme desce o morro. 

 

A diferença para os juros simples é justamente essa. Nos juros simples, o rendimento é sempre calculado sobre o valor que você aplicou lá no começo. Nos compostos, ele é calculado sobre o total já acumulado, que cresce mês a mês. 

 

​​​​​O rendimento do primeiro mês passa a compor a base de cálculo do segundo, que por sua vez aumenta o resultado do terceiro, e assim por diante. Por isso, o tempo é uma variável importante nesse tipo de rendimento: quanto mais tempo o dinheiro permanece aplicado, mais esse efeito se acumula. 

 

Como usar a calculadora de juros compostos do Sicredi 

 

A calculadora de juros compostos do Sicredi foi desenvolvida para que você simule cenários de investimento de forma simples, rápida e sem complicações. Basta preencher os dados da sua aplicação, ajustar os valores desejados e ​​​​ver em poucos segundos quanto o valor pode chegar ao longo do tempo. 

Para usar a calculadora de juros compostos, você só precisa seguir esses passos: 

  1. Informe o valor inicial: insira o capital que você pretende aplicar no começo. 

  1. Defina o aporte mensal: caso pretenda adicionar uma quantia todo mês, preencha este campo. 

  1. Escolha a taxa de juros: informe a rentabilidade estimada do investimento (ao mês ou ao ano). 

  1. Indique o período: especifique por quantos meses ou anos deseja manter a aplicação. 

  1. Clique em calcular: em instantes, a ferramenta apresenta o total investido, os juros acumulados e o montante final. 

Além de ser rápido, usar a calculadora poupa você de fórmulas e contas no papel. Em poucos cliques, dá para testar cenários diferentes e ver, na prática, quanto o tempo e os aportes mudam o resultado final. 
 

Exemplo prático de simulação de rendimentos 
 

Para entender como a calculadora de juros compostos funciona na prática, acompanhe uma simulação de rendimentos de um investimento inicial de R$ 1.000,00 com aportes mensais de R$ 200,00, mantidos por 24 meses a uma taxa de 1% ao mês: 

Componente da simulação 

Valor projetado 

Total investido do seu bolso 

R$ 5.800,00 

Total gerado em juros 

R$ 846,43 

Montante final 

R$ 6.664,43 

Repare que esses ​​​​mais de R$ 846,43 apareceram sem você precisar guardar um real além do combinado. Cada aporte rendeu durante o tempo em que ficou aplicado, e os próprios rendimentos foram rendendo junto. ​​​​É o efeito dos juros compostos trabalhando a seu favor.  

 

Qual a fórmula dos juros compostos e como calcular manualmente? 

 

A calculadora resolve tudo em segundos, mas entender a conta por trás dela ajuda você a enxergar melhor as suas escolhas de investimento.  

 

A fórmula de juros compostos para calcular o montante final é: 

 

M = C × (1 + i)^t 

Nessa equação, cada variável representa: 

 

Um detalhe que costuma passar batido: a taxa e o tempo têm que estar na mesma unidade. Se a taxa é mensal, o tempo também precisa estar em meses (12 meses, e não 1 ano). 

 

Veja como fica na prática, com R$ 2.000 a 1% ao mês por 6 meses: 

 

  1. Separe os dados: C = 2.000; i = 0,01; t = 6. 

  1. Calcule o efeito da taxa no período: (1 + 0,01)^6 = 1,0615. 

  1. Multiplique pelo capital: 2.000 × 1,0615 = R$ 2.123,04. 

 

Nesse exemplo, os juros somaram R$ 123,04. Repare no efeito: no primeiro mês, o rendimento foi de R$ 20. No segundo, a taxa já incidiu sobre R$ 2.020, rendendo R$ 20,20. E assim por diante, sempre um pouco mais. 

 

Juros simples x juros compostos: qual a diferença? 

 

A diferença é simples: nos juros simples, o rendimento é sempre calculado sobre o valor que você aplicou no início, então ele é igual todo mês. Nos compostos, a taxa incide sobre o total já acumulado, que cresce a cada período, e por isso o rendimento aumenta mês a mês. 

 

Entenda melhor:

Critério 

Juros simples 

Juros compostos 

Sobre o que rende 

Sempre sobre o valor inicial. 

Sobre o total acumulado até ali. 

Como o rendimento evolui 

Sempre igual, todo mês. 

Cresce a cada período. 

Onde aparece 

Operações de prazo bem curto. 

Investimentos de longo prazo e poupança. 

 

​​​​​É ao longo do tempo que essa diferença fica mais visível. Veja o que acontece com R$ 5.000 aplicados a 1% ao mês: 

 

Prazo 

Juros simples 

Juros compostos 

Diferença 

12 meses 

R$ 5.600,00 

R$ 5.634,13 

R$ 34,13 

5 anos (60 meses) 

R$ 8.000,00 

R$ 9.083,48 

R$ 1.083,48 

10 anos (120 meses) 

R$ 11.000,00 

R$ 16.501,94 

R$ 5.501,94 

20 anos (240 meses) 

R$ 17.000,00 

R$ 54.462,77 

R$ 37.462,77 

30 anos (360 meses) 

R$ 23.000,00 

R$ 179.748,21 

R$ 156.748,21 

Repare no que o tempo faz. Em um ano, a diferença é de R$ 34, quase nada. Em dez anos, já são R$ 5.500. E, em trinta anos, o mesmo dinheiro, na mesma taxa, chega a uma diferença de mais de R$ 156 mil. É por isso que, quando o assunto é crescer patrimônio, começar cedo costuma pesar mais do que começar com muito.  

No Sicredi, a gente orienta você em cada etapa para construir uma estratégia financeira sólida. Saiba mais sobre nossas soluções de investimentos. 

Onde os juros compostos são aplicados na prática? 

Os juros compostos estão por trás das principais formas de investir. No Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, você encontra opções em que esse efeito trabalha a seu favor, com transparência e segurança: 

​​​​​A poupança, o Sicredinvest e as letras de crédito contam com a proteção do FGCoop (Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito), de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, somada à estrutura do SFG (Sicredi Fundos Garantidores). São duas camadas de proteção para o seu dinheiro. 

Vale conhecer o limite dessa cobertura: os fundos de investimento, incluindo os fundos de renda fixa, não têm essa garantia e seguem o risco da carteira e do mercado. 

E tem algo que vai além do rendimento: quando você investe no Sicredi, entra no ciclo virtuoso do cooperativismo. Os recursos ficam na região, financiando o crédito local, impulsionando pequenos negócios e ajudando a desenvolver a sua comunidade. Ao fim de cada exercício, os resultados positivos da cooperativa também podem ser distribuídos entre os associados. 

Como interpretar os resultados da calculadora? 

Depois de simular, a calculadora mostra três números. Veja o que cada um quer dizer: 

Para descobrir a rentabilidade percentual do período, aplique a conta: (total em juros ÷ total investido) × 100.  

​​​​​Usando o exemplo da simulação anterior, em que o total investido foi de R$ 5.800,00 e os juros somaram R$ 864,43, temos: (864,43 ÷ 5.800) × 100 = 14,90% de retorno sobre o valor aplicado. 

Mas atenção: os resultados apresentados pela calculadora de juros compostos são projeções estimadas com base em taxas constantes. Eles podem variar conforme o produto contratado, tributações aplicáveis e a variação dos índices de mercado. Por isso, encare os valores como uma ferramenta de orientação para seu planejamento. 

Por que simular juros compostos antes de investir? 

Simular antes de investir traz clareza para o seu planejamento. Você compara prazos, testa valores de aporte diferentes e vê, na tela, como pequenos ajustes no orçamento do mês fazem uma diferença grande lá na frente. 

A simulação também mostra o peso de cada mês adiado. ​​​​Como os juros incidem sobre o total acumulado, cada mês em que o dinheiro permanece aplicado soma ao efeito dos meses anteriores. Testar períodos diferentes na calculadora mostra bem essa diferença.  

No Sicredi, além do que o seu investimento rende, você participa dos resultados da cooperativa ao fim de cada exercício, uma característica do modelo cooperativo. Seja com a previdência privada para objetivos de longo prazo ou com as soluções de renda fixa voltadas à estabilidade financeira; aqui o seu dinheiro rende para você e para a sua comunidade.