Chuvas exigem atenção com infiltrações, rachaduras e sinais de risco em imóveis
Especialista alerta que problemas aparentemente simples podem indicar falhas na estrutura e que manutenção preventiva ajuda a evitar prejuízos e riscos à segurança
O período chuvoso no Tocantins costuma expor problemas em imóveis que, muitas vezes, passam despercebidos ao longo do ano. Manchas de umidade, infiltrações no teto ou nas paredes, mofo recorrente e descascamento da pintura estão entre os primeiros sinais de alerta e podem indicar desde falhas de impermeabilização até situações que exigem avaliação técnica.
De acordo com a engenheira civil e docente dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo da Afya em Araguaína, Meuriellen Milena da Silva, a atenção deve ser redobrada quando, além da umidade, começam a surgir rachaduras que aumentam com o tempo, trincas inclinadas e dificuldades para abrir ou fechar portas e janelas. “Manchas de umidade, infiltrações no teto ou paredes, mofo recorrente e descascamento da pintura são os primeiros sinais. Rachaduras que aumentam com o tempo, trincas inclinadas e portas ou janelas que passam a emperrar também merecem atenção”, explica.
Segundo a especialista, nem toda rachadura representa risco imediato, mas alguns indícios não devem ser ignorados. “Quando a rachadura aumenta de tamanho, atravessa a parede, aparece próxima a pilares e vigas ou vem acompanhada de estalos e deslocamentos, pode indicar comprometimento estrutural. Infiltrações persistentes também podem enfraquecer materiais ao longo do tempo”, alerta.
Entre as causas mais comuns de problemas que se intensificam nas chuvas estão falhas na impermeabilização, ausência de manutenção na cobertura, dimensionamento inadequado de calhas e rufos, drenagem ineficiente do terreno e uso de materiais inadequados. “Pequenos erros executivos podem gerar grandes problemas no período chuvoso”, ressalta Meuriellen.
A recomendação é procurar um profissional habilitado sempre que houver aumento progressivo de rachaduras, infiltrações persistentes, deformações em lajes ou paredes, ou qualquer sinal que gere dúvida sobre a segurança do imóvel. “A avaliação técnica é essencial para evitar riscos maiores”, afirma.
Prevenção
A manutenção preventiva também é indicada como forma de evitar despesas mais altas no futuro. “A manutenção preventiva identifica problemas no início, quando as soluções são mais simples e menos onerosas. Intervenções corretivas tardias costumam ser muito mais caras e podem envolver comprometimento estrutural”, pontua.
Para reduzir riscos, a docente orienta atenção a medidas simples, como verificar telhados e calhas, manter ralos e sistemas de drenagem limpos e acompanhar áreas com histórico de infiltração. “A prevenção começa com inspeções periódicas”, reforça.
Em casos de sinais mais graves, a prioridade deve ser a segurança dos moradores. “Rachaduras largas e repentinas, inclinação de paredes, estalos frequentes na estrutura, afundamento de piso, infiltração intensa em lajes ou sinais de deslizamento do terreno são situações que exigem saída imediata do imóvel e avaliação urgente de um profissional”, conclui.
A Afya Unitpac dispõe dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo, além de outras opções de graduação nas áreas de Saúde, Humanas e Engenharias. Mais informações disponíveis no site da instituição.
Sobre a Afya
A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos.
Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.
Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023).
Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 - Saúde e Bem-Estar.
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