Resenha Financeira

Avaliações diárias da economia feitas por nossos especialistas

Resenha 23.02.2018

     Sexta-feira de movimentos majoritariamente positivos entre os principais mercados acionários do mundo. Na Ásia, as bolsas de valores fecharam o dia em alta, seguindo o movimento positivo das americanas ontem e colocando de lado as preocupações em torno de aumento do ritmo de aperto monetário pelo Banco Central americano. Entre as commodities, o cobre encerrou o dia em queda, depois do resultado positivo de ontem. O motivo deste movimento foi a valorização do dólar frente um grupo de moedas, encarecendo os contratos do metal para investidores que operam em outras divisas. Destoando do movimento do cobre, o petróleo manteve a direção positiva de ontem, ainda impulsionado pela divulgação do Departamento de Energia americano desta quinta-feira, mas um pouco afetado pelos dados divulgados pela Baker Hughes hoje, os quais apontam aumento do número de plataformas e poços em atividade no país. Na Europa, os mercados acionários não apresentaram movimento único, respondendo a resultados corporativos e a indicadores econômicos. Dentre os indicadores, tivemos o PIB alemão e o índice de inflação anual da zona do euro, a qual desacelerou frente ao resultado de dezembro, ficando mais distante da meta de 2% do Banco Central Europeu.
           
     Nos Estados Unidos, a perspectiva de manutenção de uma política gradualista para os juros, gerada pela sinalização por parte do presidente do Banco Central americano (Fed), Jerome Powell, aumentou o apetite por risco dos investidores, os quais levaram os índices das bolsas de Nova York a encerrarem em território positivo nesta sexta-feira. A sinalização também impactou o mercado de títulos da dívida pública americana, resultando em queda das taxas de juros. Embora o mercado ainda coloque Powell dentro de uma linha mais gradualista, a divergência de opiniões entre membros do Fed acabou fazendo com que o dólar oscilasse ante as moedas principais, fechando com leve viés de alta.
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     No Brasil, o Ibovespa atingiu nova máxima histórica, valorizando 0,70% nesta sexta-feira. Apesar do piora do rating de risco brasileiro frente à agência Fitch, a divulgação de um IPCA-15 benigno, que amplia as possibilidades de queda da Selic, em conjunto da queda dos juros futuros tiveram mais impacto frente aos investidores, dado que o rebaixamento já era esperado pelo mercado. Em relação aos juros, estes fecharam a sexta-feira em queda, influenciados, principalmente, pela decisão do Conselho Monetário Nacional de extinguir exigências que acabavam por distorcer os preços no mercado e pela divulgação do IPCA-15, o qual veio em linha com as expectativas do mercado. Em relação ao câmbio, a divisa americana perdeu força frente ao real, influenciada pelos resultados expressivos da bolsa brasileira, pela forte valorização dos preços do petróleo e pela queda dos rendimentos dos títulos da dívida pública americana. O dólar encerrou a sexta-feira cotado em R$ 3,24/US$.  

Tabela Resumo

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